Açoreana Seguros

Responsabilidade Social

A marca Açoreana Seguros promove e desenvolve o seu projecto de Responsabilidade Social como algo inerente à sua actividade. Ao longo dos últimos anos têm sido desenvolvidas diversas acções em articulação com várias entidades. Exemplos disso são os projectos:


NATAL SOLIDÁRIO COM A MAKE-A-WISH

A marca Açoreana Seguros associou-se à Fundação Make-a-Wish para promover um Natal mais solidário. A iniciativa, inserida no projecto de Responsabilidade Social 2014 da Açoreana, teve como objectivo promover a venda de estrelas de Natal, de forma a realizar os desejos de crianças e jovens, dos 3 aos 18 anos, com doenças que colocam as suas vidas em risco.

A angariação de fundos e a mobilização dos Colaboradores foram os meios pelo qual a seguradora realizou os sonhos de oito crianças que sofrem de doenças oncológicas ou degenerativas, que afectam directamente o seu dia-a-dia.

Esperamos, desta forma, não só possibilitar a realização dos desejos de quem tanto precisa, como também incentivar a esperança e a força de lutar que existe em todos nós.
 
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA AS PERTUBAÇÕES DO DESENVOLVIMENTO E AUTISMO – SÃO MIGUEL E SANTA MARIA (APPDA)

Em 2014, no Encontro de Colaboradores, foi decidido apoiar a criação de um Centro Solidário de Tecelagem para jovens autistas. O projecto de empreendedorismo social teve lugar na sede da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de São Miguel e Santa Maria.

A proposta, cujo financiamento foi de 10 mil euros, visou promover a recolha de lãs nas delegações e nas lojas dos agentes da Açoreana Seguros, além do apoio à instalação de uma oficina de tecelagem. Numa primeira fase do projecto foi gerada ocupação para cinco a seis jovens autistas em idade pós-escolar.

Como é habitual, o envolvimento dos Colaboradores e parceiros da Açoreana deu o tom desta iniciativa.

A APPDA de São Miguel e Santa Maria é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) fundada em 17 de Maio de 2003 por um grupo de pais com filhos com perturbações do desenvolvimento e do espectro autista. A missão da Associação é promover a qualidade de vida e a integração social das pessoas com estes tipos de perturbações, através de medidas adequadas, quer nas áreas de formação e educação, quer no apoio prestado aos pais.
 
GENTE QUE FAZ BEM

A adesão inequívoca e em massa dos Colaboradores da Açoreana às acções de Responsabilidade Social ficou ainda mais evidente a 4 de Fevereiro de 2012 com a acção ´Gente que Faz Bem`. A verba habitualmente destinada ao Encontro Anual de Colaboradores foi convertida em bens de primeira necessidade. Com eles mais de 600 Colaboradores compuseram 2400 cabazes que depois entregaram a outras tantas famílias em articulação com redes de Apoio Social da Grande Lisboa:

• a Casa do Gaiato em Santo Antão do Tojal, em Loures;
• o Centro Comunitário de Carcavelos;
• a Fundação O Século, em S. Pedro do Estoril;
• a Junta de Freguesia de São Jorge de Arroios;
• a Junta de Freguesia de Santo Antão do Tojal;
• a Junta de Freguesia de Mercês;
• o Centro Social Paroquial São Maximiliano Kolbe, em Marvila;
• a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Loures;
• o Centro Social e Paroquial da Paróquia Cristo-Rei de Algés e Miraflores;
• o Centro Social e Paroquial Senhor Jesus dos Aflitos, da Paróquia da Cruz Quebrada;
• a Rede Social de Camarate;
• a Junta de Freguesia de Sto. António dos Cavaleiros;
• o Centro Social e Paroquial da Bobadela;
• a Rede Social da Amadora;
• a Junta de Freguesia de Sacavém;
• a Junta de Freguesia de Belas;
• a Junta de Freguesia de Santos-o-Velho;
• a Junta de Freguesia de Odivelas.

O ponto de encontro foi a Casa do Gaiato, de Santo António do Tojal – Loures, que se transformou numa autêntica linha de produção. Divididos em grupos os Colaboradores começaram por constituir os cabazes de alimentos que posteriormente foram distribuir. Os bens de primeira necessidade que distribuíram confortaram 9400 pessoas. Mais do que um dia diferente, foi uma experiência que reforçou a consciência social de todos e a necessidade de agir, porque acções como esta não são impossíveis quando se pode e se quer fazer a diferença. Foi uma pertinente demonstração da `Força de Acreditar` que guia a Companhia desde os seus primórdios.

As boas iniciativas na Companhia reproduziram-se: a 22 de Setembro de 2012, a Direcção Regional Interior Norte, inspirada no mote «Gente que faz Bem», organizou uma acção de solidariedade local com os Agentes. A Açoreana contou com o envolvimento da Câmara Municipal de Vila Real, que sinalizou 60 famílias do Concelho, para a entrega dos cabazes alimentares e bens de primeira necessidade. Foram, ainda, oferecidas duas cadeiras de rodas: uma à Associação de Paralisia Cerebral Vila Real e a outra, uma cadeira específica, em união com uma instituição pública local, a uma menina de sete anos que sofre de paralisia cerebral.
 
VOLUNTARIADO NA COMUNIDADE VIDA E PAZ

Ainda em 2012 foi celebrado o lançamento do Programa de Voluntariado da Açoreana.
Um programa com dinâmica própria: os Colaboradores que se inscreveram nesta acção começaram por ter conhecimento da realidade do trabalho desenvolvido pela entidade parceira, a Comunidade Vida e Paz, sediada no coração de Lisboa, e cujo objectivo é a reinserção da pessoa sem-abrigo na sociedade. Depois, assinaram um compromisso de voluntariado e receberam formação.

Intervir, apoiar e tentar suprir as necessidades que existem na nossa sociedade foi o impulso que motivou o grupo inicial. O projecto de voluntariado consistiu na distribuição de alimentação e bens de primeira necessidade na cidade de Lisboa.
 
UNE: UNIDOS NA ESCOLA

A educação é um dos eixos primordiais da nossa actuação e foi a razão de ser do lançamento do projecto «UNE, Unidos na Escola» a Setembro de 2009. Desenvolvido em parceria com os respectivos Governos Regionais, teve como objectivo contribuir para o sucesso escolar nas ilhas. Afinal, quanto mais elevados forem os índices educacionais, maior é o potencial de desenvolvimento das regiões.

A dinâmica do ´UNE, Unidos na Escola´ desenvolveu-se através da venda de produtos Açoreana, excepto produtos financeiros: por cada apólice com prémio anual superior a cem euros, cinco euros reverteram para um fundo escolar de acção social. No final da campanha, a Açoreana duplicou o total angariado, que foi distribuído pelas escolas, para duas finalidades:

• aquisição de material didáctico para as crianças com vista a uma aprendizagem mais apelativa - software; hardware; jogos; programas e exercícios em formato digital;

• formação para os professores.

Na primeira edição, nos Açores, a verba total de 50 mil euros foi distribuída por cinco escolas seleccionadas: três em S. Miguel – Escola Básica Integrada de Rabo de Peixe, Escola Básica Integrada de Água de Pau e Escola Básica Integrada da Lagoa; e duas na Ilha Terceira – Escola Básica e Secundária Tomás de Borba de Terra de Chã e Escola Básica Integrada dos Biscoitos. Foram assim apoiadas 1050 crianças, 350 do jardim-de-infância e 700 do primeiro ciclo.

O êxito inicial motivou uma segunda edição do ´UNE, Unidos na Escola´, e com ela alargou-se o combate ao abandono escolar para além Açores, também à Madeira.
Nos Açores o projecto decorreu de Novembro de 2010 a Fevereiro de 2011 e foram beneficiadas três escolas que receberam cinco mil euros cada:

• Escola Básica e Integrada de Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira;
• Escola Básica e Integrada da Horta, no Faial;
• Escola Básica e Secundária da Povoação em S. Miguel.
 

Na Madeira, o projecto ´UNE, Unidos Na Escola´, decorreu de Dezembro de 2010 a Abril de 2011. A entidade parceira foi a Câmara Municipal do Funchal e também foram apoiadas três escolas particularmente afectadas pelas intempéries que haviam assolado a região:

• EB1 Tanque Santo António;
• Escola Básica do 1º Ciclo do Imaculado Coração de Maria;
• Escola Básica do 1º Ciclo/Pré-escolar do Boliqueime.

 
FAZ: SORRIR UMA CRIANÇA

Em 2008, a Açoreana desafiou todos os Colaboradores com o programa «Faz: sorrir uma criança», uma acção no âmbito do Programa de Formação.
O alvo foram quatro Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), de Portugal Continental e Açores, e, através delas, uma centena e meia de crianças e jovens institucionalizados, com idades entre os 2 e os 21 anos, em regime de internato e semi-internato.

Sem Hierarquias, os Colaboradores responderam ao repto e deram nova vida às instalações das quatro IPSS: foram carpinteiros, jardineiros, pintores… recuperaram jardins, parques infantis, dormitórios, refeitórios, bibliotecas e outros espaços comuns para alegria de todos.

Na Covilhã, estiveram 98 Colaboradores na Casa do Menino Jesus, onde viviam 28 meninas. No interior deixaram novas cores e novos espaços com intervenções nos quartos, refeitório e corredores. No exterior, o jardim e o parque infantil ganharam nova vida e também uma horta pedagógica.

Em Coimbra, 126 colaboradores apoiaram os 45 rapazes e raparigas do jardim-de-infância e lar da Comunidade Juvenil de S. Francisco de Assis. As tarefas dividiram-se entre pintar algumas das casas da Comunidade, decorar as salas de actividades e, principalmente, recuperar o espaço exterior: jardim, parque infantil e campo de jogos.

No Concelho do Barreiro, mais de 200 Colaboradores trabalharam no Instituto dos Ferroviários. As 60 crianças e jovens que frequentam o Instituto, em regime de internato e semi-internato, viram renascer o jardim, o parque infantil e o campo de jogos. No segundo dia foi a vez dos espaços interiores: quartos, corredores e ainda o refeitório, que não estava sequer na agenda.

Também na Casa do Gaiato em São Miguel, em Ponta Delgada, Açores, 90 Colaboradores empenharam-se, durante dois dias na recuperação dos interiores e do parque infantil de um dos edifícios da instituição que acolhia 13 rapazes.

O sorriso e a felicidade das crianças e jovens, bem como a alegria e o ânimo dos trabalhadores destas instituições, foram a melhor recompensa e avaliação do trabalho realizado.

Os Colaboradores da Açoreana descobriram novas competências, novas habilidades e formas de ser e estar em prol da sociedade. Os resultados, no campo da responsabilidade social, da formação e do espírito de equipa, criaram excelentes expectativas para iniciativas futuras.

A actuação da Companhia nas ilhas dos Açores e da Madeira foi pautada por um forte empenho em causas sociais, com impacto significativo no quotidiano da população em geral e dos jovens e crianças em particular.

Os projectos no âmbito da política de Responsabilidade Social da marca Açoreana Seguros têm-se revelado apostas ganhas. Com benefícios concretos para a comunidade a que se destinam e, indubitavelmente, como factor de crescimento colectivo e individual da família Açoreana.
 

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